segunda-feira, 8 de novembro de 2010

A bienal ricardo nº33


A Bienal do Ibirapuera por: Ricardo nº33

Projetado por Oscar Niemeyer, o Pavilhão foi ultilizado para abrigar grandes acontecimentos e exposições muito importantes.

Agora está em exposição a 29ª bienal de São Paulo. Está bienal nos permite desfrutar das obras não só com os olhos, mas contém várias obras que você pode tocar e ouvir várias das modernas obras expostas. Além disso, os artistas, em muitas obras deixam para quem observa a obra o dom de definir seus significados.




Glub Glub Ricardo nº33

Glub Glub por: Ricardo nº33



O glub glub é uma obra de arte feita por Amélia Toledo, que cada um pode fazer sua propria reflexão sobre oque ela representa. O caso é que a obra é feita com duas esferas de vidro(uma grande, uma pequena e uma muito pequena) e uma haste de vidro, e dentro espuma cristalizada.
A foto abaixo retrata uma monitora manuseando um exemplar de "glub glub".








A intensão inicial da artista, era deixar o público interagir, tocar com suas próprias mãos e tirar suas proprias conclusões sobre a obra, mas o vidro é frágil, e uma das obras foi quebrada, então, só os monitores da bienal podem mexer.











A foto a cima retrata exemplares da obra de Amélia Toledo "Glub Glub".


Localização e programação- Daniela n°09

A 29° Bienal de São Paulo esta localizada no Parque do Ibirapuera. A atual exposição ficarexposta até dia 12/12/2010.
mapa do Parque
Cartaz

Localização > Parque Ibirapuera Portão 3
Dias de funcionamento > Todos os dias
Horários de funcionamento >Das 8h às 20h

LYGIA PAPE- Julee nº23


Biografia de Lygia Pape
Lygia Pape nasceu em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, em 1929. Foi uma gravadora, escultora, pintora, professora e artista multimídia brasileira, identificada com o movimento conhecido por neoconcretismo Deixa uma obra marcada pelo abstracionismo geométrico e por uma diversificação exemplar. Uma de suas obras mais instigantes é o Livro Noite e Dia, um conjunto de 365 peças de madeira diferentes umas das outras, em tons que vão do branco ao cinza. Entre vários prêmios que recebeu, destaca-se o da Associação Brasileira de Críticos de Arte, em 1990 com a série Amazoninos.
Nos anos 50, Lygia aprouximou-se dos concretistas, mas acabou integrando o Grupo Frente e assinando o Manifesto Neoconcreto, participando em 1958 da esposiçao internacional de arte concreta, em Zurique, na Suíça. Participou da 3ª, 4ª e 5ª Bienais Internacionais de São Pauço daquele período. Foi muito amiga de Hélio Oiticica, talvez o maior expoente da arte no período e depois de sua morte, em 1980, a artista passou a cuidar do acervo do amigo, retomando a produção artística somente em 1988.
Lygia foi mestre em estética filosófica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro , foi professora da Faculdade de Arquitetura Santa Úrsula e lecionou na Escola de Belas Artes da UFRJ
Com tudo isso podemos concluir que ela "mexia" muito com linhas, com desenhos mais complexos, cheios de linhas paralelas.
Dedicou-se especialmente á xilogravura, sendo adepta do abstricismo geométrico. Para Lygia, a arte era principalmente experiência.
Lygia Pape -> ícone do neoconcretismo= movimento artístico
OBRA: LÍNGUA APUNHALADA
Obra de 1968
Nesta obra, a língua esfaqueada, um contudente comentário sobre o regime militar de 64. "Nessa obra, estou falando de censura. Há também duas colunas de jornais, o meio de ter acesso á informação, mas que, naquela época, era uma informação cortada, e é como se eu estivesse cortando a língua das pessoas", explica Lygia.
Nela também, não há algo de liberdade ( a artista que deliberadamente apunhala a própria língua), como algo político (com a língua apunhalada, não é possível expressar-se verbalmente, algo que remeteria a censura reinante no período que a obra foi feita, 1968).

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Postado por Naomi- nº28- Medusa

Acervo
A obra que escolhi, na 29º Bienal de Artes, chama-se "Medusa". Ela foi feita pela artista Amélia Toledo. O nome de sua escultura é relacionado com a reação da pessoa ao olhá-la.

Medusa era uma personagem da mitologia grega que transforma a pessoa em pedra com um simples olhar, e a tentação de olhar em seus olhos era grande. Por isso, Amélia escolheu este nome para sua obra, pois ao olhá-la a pessoa costuma ficar muito tempo parada observando-a.

"Medusa" pode ter vários significados, eles dependem de cada um. Normalmente traz a ideia de confusão, por causa de suas muitas cores e fios enrolados.

Aqui vão algumas ideias dos significados de pessoas que estiveram na Bienal:
"Trânsito de São Paulo", "minhocas", "intestino grosso", "macarrão".




"Medusa"- Amélia Toledo"

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Amélia Toledo- obra: Campos de Cor- Postado por Daniela nº9

Na 29° Bienal de São Paulo eu escolhi falar sobre a obra "Campos de Cor" de Amélia Toledo.
Amélia Toledo nasceu em São Paulo, em 1926 .Ela é uma artista plástica brasileira .Atua como pintora, desenhista, escultora, gravadora, é também designer de jóias e professora.

Sua história:
- na década de 40, trabalhou com desenho de projetos no escritório de Vilanova Artigas ( um dos arquitetos mais importantes de São Paulo),
- estudou pintura com Waldemar da Costa e Yoshiya Takaoka, se aproximou de Anita Malfatti. Cursou a London Country Council Central School of Arts and Crafts. João Luís Chaves foi seu mestre em gravura em metal,
- já como professora atuou na FAAP, em São Paulo, Universidade Mackenzie, na Escola Superior de Desenho Industrial no Rio de Janeiro e na Sociedade de Belas Artes de Lisboa.

Minha obra-
- Campos de Cor- tecido de juta pigmentado - dimensões variadas
Imagem-
São faixas verticais feitas de tecido, juta pigmentado são penduradas no teto para compor a obra. A instalação ‘Campos de Cor’ faz com que o visitante se sinta em meio a um labirinto de telas.

Amélia Toledo-



sábado, 23 de outubro de 2010

29ª Bienal de São Paulo - postado por Ariane, nº04

Endereço: Parque Ibirapuera- Portão 3 ou 4 - São Paulo- SP
Telefone: +55 11 5576 76oo
Site: www.29bienal.org.br

A primeira Bienal de São Paulo ocorreu em 1951 devido aos esforços de Francisco Matarazzo Sobrinho e de sua esposa Yolanda Penteado.

Integrantes da equipe :
Ariane, nº04
Daniela, nº09
Julee, nº23
Naomi, nº28
Ricardo, nº33

Seguem abaixo algumas fotografias tiradas na 29ª Bienal de Arte de São Paulo :

















Entrada da 29ª Bienal de Arte de São Paulo















Daniela dentro de uma casa feita de tijolos, onde
em um dos comodos a parede é toda enfeitada
com fotos de Yoko Ono, viúva de John Lennon.















Chão de um dos comodos da casa de tijolos.
















Amostra ampliada do livro "O Pequeno Príncipe".

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Os mestres e as criaturas novas ( remixtyle)


Este trabalho foi confeccionado pelo artista Yonamine em Luanda, Angola. Ele apresenta som, serigrafia, jornais, plástico, vídeo, cor e dimensões variáveis o que testa a visão (através do video de "germes" dentro de uma pilha de jornais), a audição (através de uma caixa de som que está ao lado direito do obra) e o tato (através da interagibilidade com os jornais). O artista organizou os jornais como se fosse um tapete de jornal, e deixou pronto para que o povo interagisse e desorganizasse.

Yonamine nasce quando finda o colonialismo português em Angola e cresce durante a guerra civil neste país. Seu trabalho elege a pintura, o desenho, a gravura, o graffiti, a fotografia e o vídeo. Reinterpreta as práticas políticas, culturais e cotidianas.

Os mestres e as criaturas novas (remixstyle) é uma sala penetrável sobre a qual se aplicam elementos serigrafados: jornais brasileiros e uma cortina constituída por sacos de plástico transparentes, novos e reciclados.

















Frente da obra. Jornais espallhados pelo
chão e alguns ainda organizados na lateral.
















Parede lateral da obra com muitos
desenhos e bem colorida.















Parte interna de uma pilha de jornais, com um
video de germes, para dar a impressão de que
tinham germes passando na pilha de jornais.
















Trabalho de serigrafia confeccionado na

parede de plástico central.















Nosso grupo no interior da obra de Yonamine.


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Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bienal_Internacional_de_Arte_de_S%C3%A3o_Paulo
Instrutores da 29ª Bienal da Arte .



terça-feira, 31 de agosto de 2010

Arthur Luiz Piza

ARTHUR LUIZ PIZA por: Ricardo 7g n°33
Arthur Luiz Piza nasceu em 1928 em São Paulo, onde teve seu primeiro contato com as artes. Nos anos 40, estudou pintura e afresco com Antonio Gomide. Os estudos de gravura se deram com Friedlaender, em Paris, a partir de 1953. Dedicou-se logo depois à aquarela e à colagem. Participou diversas vezes da Bienal de São Paulo com várias premiações.Na França, participou do Salão de Maio (1953, 1956, 1958 e 1965) e da Bienal de Paris. Entre 1951 e 1963, participou das Bienais de São Paulo; em 1959, da Documenta de Kassel Entre 1951 e 1963, participou das Bienais de São Paulo; em 1959, da Documenta de Kassel Marcou presença na Bienal de Veneza em 1966. Foram numerosas suas participações em salões e coletivas de âmbito nacional e internacional, bem como suas exposições individuais pelo mundo: Nova York, Paris etc.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Texto de Cordel- Um etê na casa de Josefinho- Postado pelo grupo

TEXTO DE CORDEL



Um etê na casa de Josefino



Nessa noite Josefino não tinha o que fazer, até um etê aparecer
O etê mexe com a lhama, mexe com a fada
muito confuso
Dalí não entendia nada



A boneca sapeca
entendia toda a confusão
era ela quem
fazia a tradução



Bigadu veio de Plutão
Mas ninguém conhecia aquela "planetão"
Ele estava perdido,
e não era muito querido



Josefino com pena
o recebeu com carinho
tratou-o bem
sem deixá-lo sozinho



Naquela casa no mei do nada
agora vivia a lhama,
a fada, que era muito amada
e a boneca muito sapeca



Todos felizes estavam ali
Todas as manhãs alegres acordavam
e com muita disposição
suas tarefas realizavam



Muitos dias se passaram,
depois semanas,
logo meses se foram
e então, um ano foi embora


Todos comemoram
um ano que passou
Felizes todos estavam
no fim tudo bem acabou






Definição e histórico: Xilogravura- Por Daniela n°9




A xilogravura é a arte de gravar em madeira , é de provável origem chinesa, e é conhecida desde o século VI. No Ocidente, ela se afirmou durante a Idade Média, através das iluminuras e confecções de baralhos. Até ai, a xilogravura era apenas uma técnica de reprodução de cópias, mais tarde é que ela começa a ser valorizada como manifestação artística em si. No século XVIII, chegou à Europa a nova concepção de xilografiaque são:as gravuras japonesas a cores,processo que só se desenvolveu no Ocidente a partir do século XX. Hoje, já se usam até 92 cores em uma só gravura.
O grande aspecto Cordel, muito usado no nordeste. é sem dúvida a xilogravura, pois a xilogravura faz suas capas.
Na década de setenta, apareceram no Nordeste vários álbuns de xilogravuras de cordel, olham alguns cordeis e xilugravuras a baixo:




Xilogravura de J Borges.



Fontes: http://www.cordelon.hpg.ig.com.br/xilo.htm e fotos tiradas do GOOGLE IMAGENS.
Literatura de Cordel - Postado por Ariane, nº04

A literatura de cordel é uma espécie de poesia popular que é impressa e divulgada em folhetos ilustrados com o processo de xilogravura. Também são utilizadas desenhos e clichês zincografados. Ganhou este nome, pois, em Portugal, eram expostos ao povo amarrados em cordões, estendidos em pequenas lojas de mercados populares ou até mesmo nas ruas.
A literatura de cordel chegou ao Brasil no século XVIII, através dos portugueses. Aos poucos, ela foi se tornando popular principalmente na região Nordeste.

Um dos poetas da literatura de cordel que fez mais sucesso até hoje foi Leandro Gomes de Barros. Acredita-se que ele tenha escrito mais de mil folhetos. Mais recentes, podemos citar os poetas como José Alves Sobrinho, Homero do Rego Barros, Patativa do Assaré, Téo Azevedo. Zé Melancia, Zé Vicente, José Pacheco da Rosa, Gonçalo Ferreira da Silva, Chico Traíra, João de Cristo Rei, Ignácio da Catingueira, entre outros.











Literaturas de Cordel













Desenho de Leandro Gomes












Literaturas de Cordel


Fontes:
http://www.google.com.br/imghp?client=firefox-a&rls=org.mozilla:pt-BR:official&hl=pt-BR&tab=wi
http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_Cordel



quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Postado por Naomi n28- Maria Bonomi

Maria Bonomi



Maria Bonomi é uma artista ítalo-brasileira, nasceu em 1935 na Itália. É uma escultora, pintora, muralista, gravadora, curadora, figurinista.,
Veio para o Brasil em 1946, fixou-se em São Paulo. Estudou pintura, desenho e gravura. Realizou sua primeira exposição individual em 1956. Também freqüentou a oficina de gravura em metal.
Em 1960, em São Paulo, funda o Estúdio Gravura, com Lívio Abramo, de quem foi assistente até 1964.












Fontes:
www.mariabonomi.com.br
google imagens

domingo, 15 de agosto de 2010

Postado por Julee nº23






IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO


Ignácio nasceu no dia 31 de Julho de 1936 em Araraquara, no interior de São Paulo.
Ele é romancista, contista e um jornalista brasileiro.
Desde de pequeno ele é apaixonado por ler e escrever, sempre sonhando em virar um famoso escrito e conquistar o mundo com seus contos, ou pelo menos voltar vitorioso na sua cidade natal e conseguiu. Seu pai, Antônio Maria Brandão, foi uma grande influência na sua vida como escrito, ele era contador, chegou até publicar histórias em jornais locais e conseguiu formar uma biblioteca com mais de 500 volumes, o que incentivou ele a ler desde que foi alfabetizado.
Como ama cinema, também fez algumas participações em alguns filmes como "Aurora de uma cidade" e "O pagador de promessas".
Um dos seus livros mais famosos foi o Zero, publicado inicialmente em tradução italiana. Quando saiu no Brasil em 1975, foi proibido pela censura, e só liberou depois de 4 anos, em 1979.




















Obras do autor:

Contos:
Depois do sol, Brasiliense, 1965
Pega ele, Silêncio, Símbolo, 1976
Cadeiras proibidas, Símbolo, 1976
Cabeças de segunda-feira, Codecri, 1983
O homem do furo na mão, Ática, 1987
O homem que odiava segunda-feira, Global, 1999


Romances:
Bebel, que a cidade comeu, Brasiliense, 1968
Zero, Brasília/Rio, 1976
Dentes ao sol, Brasília/Rio, 1976
Não verás país nenhum, Codecri, 1981
O beijo não vem da boca, Global, 1985
O ganhador, Glogal, 1987
O anjo de adeus, Global, 1995


Infanto-juvenis:

Cães danados, Belo Horizonte Comunicações, 19977. Reescrito e publicado com o título " O menino que não teve medo do medo", Global, 1995.
O homem que espalhou o deserto, Ground, 1989.


Crônicas:

A rua de nomes no ar, Círculo do Livro, 1988
Strip-tease de Gida, Fundação Memorial da América Latina, 1995
Sonhando com o demônio, Mercado Aberto, 1998