terça-feira, 31 de agosto de 2010

Arthur Luiz Piza

ARTHUR LUIZ PIZA por: Ricardo 7g n°33
Arthur Luiz Piza nasceu em 1928 em São Paulo, onde teve seu primeiro contato com as artes. Nos anos 40, estudou pintura e afresco com Antonio Gomide. Os estudos de gravura se deram com Friedlaender, em Paris, a partir de 1953. Dedicou-se logo depois à aquarela e à colagem. Participou diversas vezes da Bienal de São Paulo com várias premiações.Na França, participou do Salão de Maio (1953, 1956, 1958 e 1965) e da Bienal de Paris. Entre 1951 e 1963, participou das Bienais de São Paulo; em 1959, da Documenta de Kassel Entre 1951 e 1963, participou das Bienais de São Paulo; em 1959, da Documenta de Kassel Marcou presença na Bienal de Veneza em 1966. Foram numerosas suas participações em salões e coletivas de âmbito nacional e internacional, bem como suas exposições individuais pelo mundo: Nova York, Paris etc.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Texto de Cordel- Um etê na casa de Josefinho- Postado pelo grupo

TEXTO DE CORDEL



Um etê na casa de Josefino



Nessa noite Josefino não tinha o que fazer, até um etê aparecer
O etê mexe com a lhama, mexe com a fada
muito confuso
Dalí não entendia nada



A boneca sapeca
entendia toda a confusão
era ela quem
fazia a tradução



Bigadu veio de Plutão
Mas ninguém conhecia aquela "planetão"
Ele estava perdido,
e não era muito querido



Josefino com pena
o recebeu com carinho
tratou-o bem
sem deixá-lo sozinho



Naquela casa no mei do nada
agora vivia a lhama,
a fada, que era muito amada
e a boneca muito sapeca



Todos felizes estavam ali
Todas as manhãs alegres acordavam
e com muita disposição
suas tarefas realizavam



Muitos dias se passaram,
depois semanas,
logo meses se foram
e então, um ano foi embora


Todos comemoram
um ano que passou
Felizes todos estavam
no fim tudo bem acabou






Definição e histórico: Xilogravura- Por Daniela n°9




A xilogravura é a arte de gravar em madeira , é de provável origem chinesa, e é conhecida desde o século VI. No Ocidente, ela se afirmou durante a Idade Média, através das iluminuras e confecções de baralhos. Até ai, a xilogravura era apenas uma técnica de reprodução de cópias, mais tarde é que ela começa a ser valorizada como manifestação artística em si. No século XVIII, chegou à Europa a nova concepção de xilografiaque são:as gravuras japonesas a cores,processo que só se desenvolveu no Ocidente a partir do século XX. Hoje, já se usam até 92 cores em uma só gravura.
O grande aspecto Cordel, muito usado no nordeste. é sem dúvida a xilogravura, pois a xilogravura faz suas capas.
Na década de setenta, apareceram no Nordeste vários álbuns de xilogravuras de cordel, olham alguns cordeis e xilugravuras a baixo:




Xilogravura de J Borges.



Fontes: http://www.cordelon.hpg.ig.com.br/xilo.htm e fotos tiradas do GOOGLE IMAGENS.
Literatura de Cordel - Postado por Ariane, nº04

A literatura de cordel é uma espécie de poesia popular que é impressa e divulgada em folhetos ilustrados com o processo de xilogravura. Também são utilizadas desenhos e clichês zincografados. Ganhou este nome, pois, em Portugal, eram expostos ao povo amarrados em cordões, estendidos em pequenas lojas de mercados populares ou até mesmo nas ruas.
A literatura de cordel chegou ao Brasil no século XVIII, através dos portugueses. Aos poucos, ela foi se tornando popular principalmente na região Nordeste.

Um dos poetas da literatura de cordel que fez mais sucesso até hoje foi Leandro Gomes de Barros. Acredita-se que ele tenha escrito mais de mil folhetos. Mais recentes, podemos citar os poetas como José Alves Sobrinho, Homero do Rego Barros, Patativa do Assaré, Téo Azevedo. Zé Melancia, Zé Vicente, José Pacheco da Rosa, Gonçalo Ferreira da Silva, Chico Traíra, João de Cristo Rei, Ignácio da Catingueira, entre outros.











Literaturas de Cordel













Desenho de Leandro Gomes












Literaturas de Cordel


Fontes:
http://www.google.com.br/imghp?client=firefox-a&rls=org.mozilla:pt-BR:official&hl=pt-BR&tab=wi
http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_Cordel



quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Postado por Naomi n28- Maria Bonomi

Maria Bonomi



Maria Bonomi é uma artista ítalo-brasileira, nasceu em 1935 na Itália. É uma escultora, pintora, muralista, gravadora, curadora, figurinista.,
Veio para o Brasil em 1946, fixou-se em São Paulo. Estudou pintura, desenho e gravura. Realizou sua primeira exposição individual em 1956. Também freqüentou a oficina de gravura em metal.
Em 1960, em São Paulo, funda o Estúdio Gravura, com Lívio Abramo, de quem foi assistente até 1964.












Fontes:
www.mariabonomi.com.br
google imagens

domingo, 15 de agosto de 2010

Postado por Julee nº23






IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO


Ignácio nasceu no dia 31 de Julho de 1936 em Araraquara, no interior de São Paulo.
Ele é romancista, contista e um jornalista brasileiro.
Desde de pequeno ele é apaixonado por ler e escrever, sempre sonhando em virar um famoso escrito e conquistar o mundo com seus contos, ou pelo menos voltar vitorioso na sua cidade natal e conseguiu. Seu pai, Antônio Maria Brandão, foi uma grande influência na sua vida como escrito, ele era contador, chegou até publicar histórias em jornais locais e conseguiu formar uma biblioteca com mais de 500 volumes, o que incentivou ele a ler desde que foi alfabetizado.
Como ama cinema, também fez algumas participações em alguns filmes como "Aurora de uma cidade" e "O pagador de promessas".
Um dos seus livros mais famosos foi o Zero, publicado inicialmente em tradução italiana. Quando saiu no Brasil em 1975, foi proibido pela censura, e só liberou depois de 4 anos, em 1979.




















Obras do autor:

Contos:
Depois do sol, Brasiliense, 1965
Pega ele, Silêncio, Símbolo, 1976
Cadeiras proibidas, Símbolo, 1976
Cabeças de segunda-feira, Codecri, 1983
O homem do furo na mão, Ática, 1987
O homem que odiava segunda-feira, Global, 1999


Romances:
Bebel, que a cidade comeu, Brasiliense, 1968
Zero, Brasília/Rio, 1976
Dentes ao sol, Brasília/Rio, 1976
Não verás país nenhum, Codecri, 1981
O beijo não vem da boca, Global, 1985
O ganhador, Glogal, 1987
O anjo de adeus, Global, 1995


Infanto-juvenis:

Cães danados, Belo Horizonte Comunicações, 19977. Reescrito e publicado com o título " O menino que não teve medo do medo", Global, 1995.
O homem que espalhou o deserto, Ground, 1989.


Crônicas:

A rua de nomes no ar, Círculo do Livro, 1988
Strip-tease de Gida, Fundação Memorial da América Latina, 1995
Sonhando com o demônio, Mercado Aberto, 1998